9.43
O Boulevard do Crime

O Boulevard do Crime

Título original
Les Enfants du Paradis
Ano
1945
Gênero
Drama , Romance
Diretor
Marcel Carné
País
França
Detalhes
190 minutos / preto & branco / som

Ambientado no início do século 19, o filme mostra o mal fadado romance do mímico Baptiste com a bela atriz Garance, no Boulevard de Templiers, em Paris, por onde circulam ladrões, golpistas e assassinos.

Enviado por melhoresfilmes


Este sem dúvida

é o melhor filme francês de todos os tempos. O roteiro de Jacques Prevert, as interpretações e os personagens em situações e diálogos que sempre surpreendem. São 190 minutos que passam diante de nossos olhos rapidamente. Genial.

Enviado por  Conde


Apaixonante

Que coisa mais maravilhosa é este filme? Emocionante!!!! Jean-Louis Barrault, Arletty, Pierre Brasseur todos maravilhosos. Um encanto principalmente para quem vive de arte. Um filme que fala de amor e além de tudo o amor pela arte. Como é delicioso e incrível ver Barraut em cena. Um primor. Com certeza uma belíssima obra de arte. Imperdível!!!!!

Enviado por  magrao1952


Obra-prima

Dizem as más línguas que ninguém menos que François Truffaut confessou que trocaria todos os seus filmes por "O boulevard do crime" (cujo mérito o próprio Truffaut atribuía, em grande parte, é verdade, a um polivalente Jacques Prévert). Em 1995, na esteira das comemorações do centenário do cinema, uma enquete realizada entre críticos, diretores, atores e técnicos apontou que o melhor filme francês da história era, justamente, "O boulevard do crime". Se, por um lado, isso não quer dizer muito —para que um filme colecione tanto entusiastas como detratores, basta que exista—, por outro, é bom lembrar que "O boulevard...", eleito o clássico francês "par excellence", ofusca a obra de diretores importantes como Abel Gance, Jean Vigo, Jean Renoir e Alain Resnais e, de quebra, as obras de todos os diretores da "nouvelle vague". Não é pouco. Destaque para J.-L. Barrault e P. Brasseur, formidáveis.

Enviado por  rafael5dd


Estética e Teatralidade

O modo como o teatro é duplamente representado é brilhante, o mimico tenta viver sem expressar suas emoções por palavras, enquanto a atriz destaque tem que acompanhar as grandes figuras. Genialíssimo!

Enviado por  alexandrepereirahubert


Fenomenal

Uma verdadeira aula de cinema essa obra.

Enviado por  duim82