9.31
Manhattan

Manhattan

Título original
Manhattan
Ano
1979
Gênero
Comédia , Drama , Romance
Diretor
Woody Allen
País
Estados Unidos
Detalhes
96 minutos / preto & branco / som

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Após o divórcio de um casal, a ex-esposa passa a viver com outra mulher enquanto o ex-marido mantém um relacionamento com uma garota de 17 anos, quando escreve um livro prometendo revelar detalhes íntimos de seu antigo casamento.

Enviado por melhoresfilmes


Amor e ódio

O Woody Allen faz um delicioso babaca... por trás daqueles óculos de aros pretos! bah!

Enviado por  analu


manhattan

manhattan é uma importante obra

Enviado por  GiuliannoM


Manhattan é uma obra-prima. Com uma belíssima dupla Allen e Diane Keaton.

Desde que vi esse filme, me apaixone e pensei "o que falar de um filme que tá sempre entre os maiores de todos os tempos", mas tenho que falar mesmo assim. Então resolvi fazer uma pequena pesquisa sobre essa pérola máxima do cinema. Allen serve uma nostalgia que era totalmente do seu tempo; ele encarna uma ideia da cidade que, ainda hoje, permanece tão forte quanto sua realidade, e retrata seus ideais decepcionados a altas crises existenciais. Manhattan (1979) foi uma obra-prima aclamada, madura, em preto e branco, aprimorada por uma partitura de George Gershwin (realizada pela Filarmônica de Nova York, conduzida por Zubin Mehta), que conta sobre infidelidade, romances e situações complicadas ... Gordon Willis e George Gershwin, juntos. Um dos maiores fotógrafos do cinema americano, um monumento, e um dos mais erudito compositores da Grande Música Americana, outro monumento. O uso sábio, safo, brilhante, da música de George Gershwin; a declaração de amor à cidade do autor, uma das mais belas que o cinema já fez; a trama gostosa, simples, que sabe fazer uma balanceada mistura de humor e melancolia; e, claro, ao elenco competente, afiado, maravilhoso. A beleza de Mariel Hemingway, no auge ao 18 aninhos, e a beleza faiscante e o talento de Diane Keaton, sua melhor parceira. O filme é certamente uma carta de amor a Nova York, mas é ao mesmo tempo uma carta irônica aos seus habitantes e visitantes — ou a todos aqueles que vivem em uma grande cidade à procura de alguma coisa, talvez apenas viver bem, amar e ser feliz, nem que seja por um momento ou dois. Diferentemente de outros filmes, as piadas aqui surgem em momentos oportunos como o “eu tenho dinheiro para viver por um ano… se eu viver como Gandhi.” mas não o vejo como uma comédia, pelo contrário, uma profundidade sem tamanho que, unido a fotografia e ótimo roteiro, tudo se torna sim um pouco mais leve. Cenas como o passeio de Isaak e Tracy na carruagem em que, após um beijo, ele fala que ela é a resposta de Deus a jó, ou quando Isaak vai contar para ela que está se envolvendo com alguém mais velho, ela vira para ele e ele fala “não me encare com esses olhos grandes, está parecendo crianças carente precisando dos pais” entraram para a história como uma das melhores, sendo a segunda uma ousadia sem tamanho, pois, realmente, se trata de uma criança que precisa sim dos pais. Mexendo em uma ferida grande, principalmente aos olhos dos mais conservadores.

Enviado por  William