Cimarron - Jornada da Vida

Ano
1960
Titulo original
Cimarron
Gênero
Western, Drama
Diretor
Anthony Mann
País
Estados Unidos
Detalhes
147 minutos / colorido / som

Sinopse

Depois de Sabra (Maria Schell) se casar com o vaqueiro Yancey Cravat (Glenn Ford) contra a vontade dos pais dela, os recém-casados viajam para Oklahoma para participar de uma corrida por terras tomadas dos índios. Estabelecendo-se em sua nova comunidade, Yancey se torna localmente proeminente como o editor do jornal da cidade. Ele não aceita uma oferta para concorrer para governador, porque isso demandaria mais propriedade dos índios.

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O que outros comentaram...

Os meus comentários são de uma obviedade ululante

nota 10
Sou simples e pouco letrado, mas apreciador de bons filmes de aventuras, principalmente faroestes maravilhoso como este do Glen Ford, que marcou uma coisa por demais a minha adolencencia, lá pelos idos de

CIMARRON

nota 10
Este é um filme geralmente subestimado, não sendo reconhecido pelo valor que efetivamente tem.
Dirigido pelo genial Anthony Mann, que dirigiu vários faroestes de primeira linha, cinco deles com James Stewart no papel principal, é um filme para ser apreciado com calma, não podendo se esperar dele simplesmente um faroeste que terminaria em um duelo.
É muito mais que isso. É uma verdadeira epopéia.
Baseado no livro Cimarron, de Edna Feber, narra a história de Yancey "Cimarron" Cravat (vivido por Glenn Ford) que vai do civilizado Leste americano para o violento Oeste.
Observado com cuidado, Cimarron tem uma das mais emocionantes cenas do cinema quando mostra a disputa pela ocupação de terras por colonos no Estado de Oklahoma.
E na sequência do assalto ao banco tem cenas de grande autenticidade, aliás, Anthony Mann era um diretor de grandes cenas e de grandes filmes.
O fato é que por ser uma história longa que avança pelo início do século XX, o filme termina não como um faroeste, o que talvez tenha influenciado na avaliação de crítica e público. Maria Schell e Anne Baxter têm atuações primorosas.
Glenn Ford tem um grande desempenho como um homem idealista, honesto, ético e generoso. Tanto que em determinado momento do filme, frente ao que considerava supérfluo e desnecessário, e ao preconceito que via em relação aos índios, com o que não concordava, parte para rumos desconhecidos e só retorna muitos anos depois. Mas o lugar que ele conheceu já não era o mesmo e ele acaba partindo novamente.
É um grande filme. Precisa, no entanto, ser devidamente compreendido.
JAF
enviada por JAF publicado em 28/03/2017
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